Consumidas pelo Fogo acompanha Anzu Murata, que se emprega sob nome falso como governanta na casa dos Mitarai — a família rica que um dia foi a dela. Treze anos antes, um incêndio destruiu aquela casa e a mãe de Anzu foi apontada como responsável por um descuido; o casamento dos pais acabou, e o pai, dono do hospital que a família dirige há gerações, casou-se pouco depois com Makiko, melhor amiga da ex-mulher. As filhas cresceram na pobreza, a mãe adoeceu e perdeu a memória do episódio, e Anzu nunca acreditou na versão oficial.
Instalada dentro da casa, ela passa a observar de perto uma madrasta que virou personalidade das redes sociais em cima da imagem de dona de casa impecável — imagem que depende de esconder tanto os empregados quanto o filho mais velho, que não sai do quarto no andar de cima. A série empilha esses segredos domésticos em vez de perseguir um culpado espetacular, alternando o presente da infiltração com o passado do incêndio.
Oito episódios em temporada única — extensão compacta, alinhada ao formato de minissérie de mistério que o drama japonês tem produzido nos últimos anos.




















