É a continuação da mesma casa de comida de Shinjuku que abre à meia-noite e fecha às sete da manhã: dois blocos de dez capítulos, de 2016 e de 2019, que retomam a numeração da série japonesa original no trigésimo primeiro episódio e vão até o quinquagésimo. Sete anos depois da primeira leva, o beco e o balcão foram reerguidos do zero num galpão nos arredores de Tóquio, e boa parte da equipe voltou — o mesmo diretor de fotografia, o mesmo diretor de arte, a mesma responsável pela comida em cena.
A forma não mudou. Cada capítulo leva o nome de um prato e se resolve em torno de quem o pede: tanmen, salsicha empanada no palito, bife de porco, omurice, tofu de ovo, umeboshi com licor de ameixa, panela individual de acelga com barriga de porco, inhame salteado, croquete de presunto, macarrão de fim de ano. O Mestre cozinha, escuta e quase nunca opina; a história é sempre do freguês, e os habituais do balcão entram e saem sem tomar o centro.
O que separa esta leva da de 2009 é o alcance: foi produzida desde o início para exibição fora do Japão, e passou a receber intérpretes estrangeiros entre os fregueses. Vinte capítulos ao todo.












