Às vésperas da Olimpíada de Seul, a passagem da tocha pela orla vira pretexto para as autoridades expulsarem as vendedoras do mercado de peixe. Sang-gil fica do lado dos fiscais; Ae-sun se deita no meio da estrada, calada, e paralisa a obra. Daí à candidatura contra ele nas eleições da aldeia é um passo, e Sang-gil passa a cutucar o único ponto sensível: a fuga de Ae-sun para Busan quando era menina. Enquanto isso, a professora do filho caçula a chama à escola para reclamar dos negócios que o menino toca em sala, inclusive a venda das letras arrancadas das placas dos carros dos professores. Em Seul, Geum-myeong dá aulas particulares na clandestinidade e recebe de uma mãe de aluno um pedido que vem com documentos falsos prontos.
Sobre este episódio
A disponibilidade indicada é a do título — a origem não confirma oferta por episódio em todas as plataformas.
