A Polícia Metropolitana de Tóquio tem três unidades móveis de investigação; a série inventa uma quarta, criada em 2019 como parte de uma reforma de jornada de trabalho. A função do kisou é chegar primeiro: patrulhar em carro descaracterizado, correr para a cena assim que entra uma chamada de emergência e fazer o que der em vinte e quatro horas. Vencido o prazo, o caso passa à divisão especializada e eles não o acompanham mais — o que rende à unidade, dentro da corporação, a fama de pau para toda obra.
A dupla que atende pelo indicativo 404 junta dois temperamentos incompatíveis. Ibuki Ai tem reflexo e velocidade, nenhuma experiência em investigação e menos ainda o bom senso que se espera de um policial: o corpo anda antes do raciocínio. Shima Kazumi pensa sempre um passo à frente, lê gente com facilidade e não confia em ninguém, nem em si mesmo. Completam a equipe o novato de carreira Kokonoe Yohito, filho de um figurão da corporação, o veterano Jinba Kohei e a comandante Kikyo Yuzuru, primeira mulher a chefiar uma unidade dessas.
Os episódios se fecham em si, mas um fio atravessa a temporada: um rapaz do submundo que se apresenta como Kuzumi e faz circular uma droga sintética.












