No Eun-seol se formou numa faculdade de terceira linha e virou o retrato do desemprego jovem: bate numa porta de empresa depois da outra e não passa de lugar nenhum. Quando finalmente entra no Grupo DN, é como secretária exclusiva de Cha Ji-heon, filho do presidente e diretor de uma das equipes de estratégia — um chefe que mata expediente por esporte, faz o que quer e já queimou mais de cem secretárias antes dela.
O que ninguém na empresa explica é a razão. Ji-heon tem transtorno de pânico desde a morte do irmão mais velho, que era o herdeiro do grupo e a pessoa mais próxima dele; ficar diante de muita gente virou coisa que ele simplesmente não consegue. Eun-seol, que na adolescência foi briguenta e não tem o menor medo do patrão, começa a empurrá-lo para fora do buraco em tarefas pequenas e humilhantes: cantar em público, trabalhar no balcão de uma cafeteria.
Ao mesmo tempo, a sucessão do grupo se decide entre Ji-heon e o primo Cha Moo-won, diretor da equipe rival, e a advogada Seo Na-yoon volta do exterior para a assessoria jurídica da DN. A comédia romântica sul-coreana de 2011 tem dezoito capítulos e vive de uma inversão: a secretária que servia ao chefe vira o chefe que depende da secretária.












