Um incêndio numa usina de tratamento de resíduos mata os bombeiros que entraram no prédio. A cobertura da repórter Song Cha-ok fixa uma versão: o chefe da brigada teria mandado os homens para dentro e fugido. A família dele não sobrevive à acusação. A mãe morre, e o filho caçula, Ki Ha-myung, é dado como perdido no mar.
Quem o tira da água é um velho que o confunde com o próprio filho mais velho, morto trinta anos antes. Adotado com o nome de Choi Dal-po, Ha-myung passa a viver naquela casa ao lado da neta do homem, Choi In-ha, que tem a idade dele e é, no registro, sua sobrinha. In-ha carrega a chamada síndrome de Pinóquio: soluça sem conseguir parar sempre que mente. E é filha de Song Cha-ok.
Anos depois, In-ha quer ser repórter como a mãe — e é a própria mãe quem a reprova na entrevista de emprego, por causa dos soluços. Dal-po, que dirige táxi para sustentar a família, decide entrar na profissão que destruiu a dele. Os vinte capítulos os colocam em redações rivais, cobrindo os mesmos fatos, com um herdeiro rico e uma ex-fã obsessiva na mesma turma de estagiários, discutindo quanto custa uma notícia mal apurada.
































