O surto do Colégio Hyosan não é acidente. Lee Byeong Chan, professor de ciências com doutorado em biologia celular, criou o vírus Jonas para que o filho, alvo crônico de bullying, fosse capaz de revidar — e a coisa escapa do laboratório da escola pelo próprio garoto. Em poucas horas o prédio está tomado, e os alunos ainda não mordidos ficam presos lá dentro, sem nenhum adulto vindo buscá-los.
O grupo se organiza em torno de Nam On Jo, filha de um bombeiro e a mais prática de todos; Lee Cheong San, amigo de infância dela, envergonhado da lanchonete de frango dos pais; Lee Su Hyuk, ex-brigão que vira proteção; e Choi Nam Ra, representante de turma por imposição da mãe, calada e sem amigos, que a certa altura deixa de caber na divisão simples entre vivo e infectado. Contra eles, além dos contaminados, está Yoon Gwi Nam, o valentão que enxerga no caos uma chance de acertar contas pessoais.
A série adapta a webtoon de Joo Dong Geun e usa o gênero para tensionar o que já existia antes do vírus: hierarquia de sala, bullying, adultos que falham em proteger. Ao longo dos doze capítulos, investe tempo em personagens que não vão sobreviver — e é boa parte do motivo de a série funcionar.
























